Perguntas frequentes

Ao longo de décadas de atuação no trabalho de apoio a cuidadores familiares, a ABRAz realizou milhares de reuniões de Grupos de Apoio e atendimentos telefônicos pelo serviço Fale Conosco ou em plantões especiais em datas comemorativas. Dessa extensa experiência com o público foram retiradas as perguntas mais frequentes de cuidadores e familiares de doentes de Alzheimer. Todas as questões foram respondidas e estão agrupadas por tema.

Sobre a doença

Há cura para a Doença de Alzheimer?

Muitos estudos científicos buscam a cura mas, até o momento, não há previsão de cura para a DA. Os tratamentos disponíveis buscam retardar o desenvolvimento da doença, que é progressiva. É importante ressaltar que se o tratamento for iniciado logo na primeira fase da doença, os resultados tendem a ser mais efetivos.

O que é demência?

É um quadro neurológico, crônico e progressivo caracterizado por declínio das funções cognitivas com intensidade suficiente para interferir na vida diária e na qualidade de vida.

A Doença de Alzheimer (DA) é considerada demência?

Sim. Há vários tipos de demência e a DA é uma delas. A DA é caracterizada por perdas progressivas de funções cognitivas. Com a evolução da doença, a interferência no cotidiano é crescente, resultando em perda de autonomia e de independência.

Demência é a mesma coisa que loucura?

Não. Em geral, a palavra loucura é aplicada para doenças psiquiátricas, como a esquizofrenia e a psicose. A demência é um quadro neurológico que envolve a perda de neurônios e, consequentemente, das funções a eles associadas. São doenças diferentes, entretanto, na fase mais avançada da Doença de Alzheimer é possível o aparecimento de sintomas como delírios e alucinações, que também são encontrados em pacientes psiquiátricos. Em ambos os casos, é necessário o auxílio de um médico para o uso adequado de medicação, a fim de amenizar tais sintomas.

Existem diversas formas de Doença de Alzheimer?

Existem várias formas de demência e a DA é a mais frequente. Nem todos os pacientes apresentam os mesmos sintomas da mesma maneira. O mais comum é iniciar com problemas de memória e de atenção. No entanto, outras maneiras podem aparecer com o início de sintomas em que o paciente apresenta alterações de comportamento. Por isso, é importante buscar auxílio profissional na suspeita ou na identificação de sintomas.

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